Conforme prometi, segue o parecer sobre o Consulado da Bahia, o novo bar da esquina das ruas Mateus Grou e dos Pinheiros, em frente ao El Kabong Grill. Mas antes de começar, lembro que minha mãe é baiana e que tenho algum conhecimento de causa.
Com uma decoração alegre e caprichada, mas sem exageros, o Consulado da Bahia é um local aconchegante, bem melhor que o ambiente escuro do anterior Mateus Bar. As mesas da calçada foram mantidas, mas recomendo pegar uma mesa no ambiente interno na primeira vez, para enriquecer a experiência.
O cardápio é recheado de opções da culinária baiana, tanto nos petiscos quanto nos pratos. Desta vez, pedimos três petiscos diferentes, conforme abaixo:
- um acarajé grande individual, acompanhado de tudo o que você precisa para montar o seu, direto na mesa. Fez falta uma pimenta baiana de verdade, para fazer o tal “acarajé quente!” (deu pra sacar que sou fã de pimenta?), mas uma pimenta pernambucana de vidrinho quebrou o galho. Também poderiam ter feito o bolinho de base – feito de feijão fradinho e frito em azeite de dendê – um pouco menos gordinho, pois a “massaroca” ficou superior à quantidade de complementos na hora de comer. Mas vale pela experiência e pelo sabor. Vou repetir em breve!
- uma porção de lula à dorê (e outra de batatas fritas, obviamente), porque o Vitor gosta. Mas a lula estava meio borrachuda, embora o sabor estivesse ok. As fritas estavam sequinhas e deliciosas.
- uma porção de carne de sol acebolada, acompanhada de farofa de verdade, vinagrete bem feito e de uma espetacular porção de aipim (mandioca frita) coberta por manteiga de garrafa! A carne estava tão macia que chegamos a ficar em dúvida se não havíamos recebido uma porção de filé por engano. Esta porção serve duas pessoas na boa e já entrou na nossa lista de prediletos.
O preço segue a média das casas da região. Não é barato, mas também não chega a machucar o bolso. Seu estômago e seu cérebro merecem esse agradinho.
Em resumo, podemos marcar o próximo encontro da turma lá, porque vale muito a pena.
É isso. Abraços a todos.
Miro.
24 de Janeiro de 2010 às 17:44
Miro Leite
Pessoal,
Quando ficamos grávidos do Vitor, na virada de 2006 para 2007, eu tentei fazer uma espécie de log semanal, que foi virando mensal, que depois ficou totalmente esporádico. Mesmo assim, saiu um pequeno registro daquela época, que eu gostaria de compartilhar com vocês.
Não estranhem a forma de escrita, pois não foi criado com a intenção de se mostrar para alguém.
Beijos a todos,
Miro.
02/jan/2007
14h10
Primeiro dia de trabalho após 20 dias de férias. O relógio do Windows XP, na minha estação de trabalho no CTO do Itaú, marcava exatamente 14h10 quando o telefone tocou. Era a Carlinha. Ela havia acabado de refazer o teste caseiro de gravidez e desta vez deu positivo! Fiquei meio bobão por algumas horas. Depois pensei quando deve ter sido o dia mais provável do “Rock’n'Roll” que deu certo. Acho que foi entre os dias 15 e 18/dez/2006, pouco antes da minha viagem para Belém, no Natal, e que me deixou uma semana longe da Carlinha.
15h00 (mais ou menos)
Chamei o Beto e o Ernesto para tomar um café. Enquanto conversávamos na salinha de café, meus pensamentos se misturavam e eu comecei a lembrar de algumas coisas que eu tinha planejado para este momento e que agora eu estava dicidido a retomar. Vou voltar a estudar violão. Antes do nascimento eu vou saber tocar algumas músicas de ninar. Também vou estudar Metodologia Científica e me empenhar mais no meu projeto PInt. Isto pode ser a garantia de ter mais tempo para acompanhar o crescimento do(a) pimpolha(a), já que pode me oferecer um formato de trabalho mais flexível (aulas, palestras e consultorias).
04/jan/2007
17h30
Encontrei com a Carlinha no consultório do Dr. Jorge Antonio Salomão (Dr. Salomão) onde pegamos a requisição para fazer um exame de gravidez.
18h30
Aproveitamos que nosso caminho de volta pra casa era pela Av. Brasil e já paramos no laboratório Delboni Auriemo para fazer o exame, que não demandava jejum e podia ser feito até às 19hs.
20h00
Com a casa ainda cheia de caixas da mudança, sentamos na mesa da sala com um livro de nomes de bebês, que peguei na biblioteca do Itaú, e começamos a pensar em qual usaríamos, nos dois casos. A lista ficou pequena, pois o livro era bem fraco: Luiza ou Luana para menina e André para menino. Ficamos de comprar um livro melhor e recomeçar depois.
05/jan/2007
9h30
Peguei pela internet o resultado do exame de “Dosagem de Beta HCG” da Carlinha, que deu resultado 1.557,0 mUI/mL, que significa estar de 2 a 3 semanas de gravidez (100 a 5.000 mUI/mL). ESTAMOS GRÁVIDOS!!!!!!
10h00
A Carlinha recebeu o eMail que mandei pra ela às 9h30 (pois ela não estava na mesa para atender ao telefone) e ela me ligou de volta às 10hs. Comemoramos e ela ficou de ligar para os pais. Para a minha família eu pretendia avisar por WebCam mais tarde.
10h30
Eu havia trazido cerca de 70 bombons de cupuaçu de Belém, especialmente para este dia. E é claro que eu trouxe para o Banco (se o resultado fosse negativo, eu levava de volta pra casa). Deixei na minha mesa e avisei as secretárias, que providenciaram enfeites com balões coloridos e imagens de bebês capturadas na Internet. Um amigo (o PP) tirou uma foto minha com um capacete da CIPA enfiado embaixo da camisa. Imprimimos esta imagem do Miro Grávido e também penduramos nos enfeites. Muitas pessoas da superintendência vieram me cumprimentar e levaram um bombom de cupuaçu. Ao final, sobraram apenas quatro.
06/jan/2007
7h00
Fomos novamente ao laboratório, desta vez para a Carlinha fazer um ultra-som.
11h00
Passamos no laboratório para pegar o resultado e já fomos direto ao Dr. Salomão. Ele não foi muito otimista, dizendo que, pelo ultra-som, não havia se desenvolvido um tal de “saco embrionário” ou algo assim. Seria necessário esperar 15 dias para renovar todos os exames e confirmar se um embrião realmente surgiria. Nós ficamos apreensivos e a Carlinha ficou bem desanimada.
08/jan/2007
14h05
Comprei hoje pelo site da Fnac dois livros para ajudar na gravidez: “Grávida e Bela” (R$44,10 - Editora Senac) e “Bebê a Bordo” (R$16,10 - Matrix Editora).
(Não lembro o dia; vou tentar buscar a data do DVD que nos foi entregue)
19h00 No Delboni nós ouvimos pela primeira vez o coraçãozinho do Baby. Acho que nunca vou esquecer aquele som. Ele (o bebê, não o coração) tem quatro milímetros agora e aparenta estar tudo bem.
Beeeeemmmm atrasado, lanço um novo registro:
23/out/2007
11h09
O Vitor já está com quase dois meses de vida (completará em 28 de outubro) e está muito fofo, com bochechas fofinhas e está aprendendo a dar risadinhas, embora não saiba muito bem para que serve isso. Ele ri quando se sente muito bem. Estou apaixonado por esse moleque.
07/jul/2008
O Vitor agora tem pouco mais de dez meses e está um barato! Já dá gargalhadas de rolar no chão, está engatinhando pra caramba, já fica em pé apoiando no berço e ensaia algumas palavras em lingua de bebê, como “gá-gá”, “dé-dé”, “lá-lá” e outras assim. Também já reage a um duelo de gemidos, onde eu ou a Carlinha damos um gemido qualquer e ele responde parecido, ficando cada um gemendo por sua vez. É bem legal!
25 de Agosto de 2009 às 01:38
Miro Leite
Pessoal, em um momento de ócio, ontem à noite, pensando sobre o mundo de Senhor dos Anéis, fiquei com uma dúvida…
Já que o sobrenome do Bilbo foi traduzido nas edições brasileiras de Baggins para Bolseiro, será que o original correto para o Frodo não seria Fruck?
Apenas curiosidade.
Abraços a todos, Miro
22 de Julho de 2009 às 07:11
Miro Leite
É pessoal, a triste verdade é essa… acabo de voltar do show dos Harlem Globetrotters em São Paulo, no Ginásio do Ibirapuera, e tenho que admitir: eles não são mais os mesmos. Claro que não estou falando da trupe, pois ela sempre muda. O ponto é que eles não têm mais o mesmo brilho. As coreografias estão bem mais enlatadas e a estrela da noite foi o boneco mascote, que fez realmente o público se divertir.
Estou decepcionado. Não sei se é só porque o tempo passou, ou se as minhas referências mudaram (NBA, SlamBall, etc), mas eu não gostei do espetáculo. Raios!
Bom, foi só um momento de revolta, que eu aproveitei para retomar os artigos do Blog.
Beijos a todos, Miro.
21 de Junho de 2009 às 01:45
Miro Leite
Perto de casa, na rua Fradique Coutinho, tem um restaurante vegetariano com viés indiano chamado Maha Mantra. Eles fazem, de tempos em tempos, um curso de culinária para ensinar o preparo de diversos pratos servidos por eles.
Pois bem, como sou fã do restaurante, me inscrevi na última turma, que ocorreu no domingo do meu aniversário, 29 de março último. Lá, aprendi a fazer vários pães integrais — e pretendo fazê-los ao vivo para os amigos na próxima oportunidade — e também uma espécie de mini-rocambole salgado chamado Aloo Patra (ou Alu Patra). E é sobre este último que vou falar.
Aloo Patra é simplesmente a coisa mais deliciosa que eu comi nos últimos tempos. Tudo começa com a massa, feita do zero com a mistura de farinha de trigo com Ghee — uma espécie de manteiga filtrada. Depois de sovar um bocado e de espalhar com rolo sobre a pedra uma camada bem fina de massa, aplica-se o recheio composto apenas por coco ralado, salsinha fresca picada e batata amassada. Depois, o rocambole é enrolado e fatiado em rodelas de 1 a 2 cm, mais ou menos. Eles fritaram essas rodelas no mesmo Ghee, mas eu besuntei em casa com azeite extra virgem e fiz no forno. As duas formas ficaram deliciosas!
Se você vier a Pinheiros, não deixe de conhecer o buffet do Maha Mantra — do tipo ’sirva-se à vontade’ por um valor fixo — e, se tiver sorte, vai ser no dia do Aloo Patra.
Eu tirei uma foto da versão frita no Ghee. Depois eu publico neste mesmo post — esta acima é só para ilustrar, peguei na web.
Em tempo, não sou vegetariano, mas sou apreciador do paladar e da leveza dos pratos. Costumo fazer ao menos cinco refeições vegetarianas, entre as 14 (em média) da semana. Desde que aderi a este hábito, já perdi cerca de cinco quilos, sem mudar mais nada — continuo sedentário e comedor de pizza.
2 de Abril de 2009 às 06:40
Miro Leite
Ontem, após um almoço de esfihas do Habib’s, resolvi cozinhar algo mais “comida” para a Carlinha no jantar. Fui ao supermercado e vi um envelope de presunto de Parma da Sadia piscando pra mim! Na hora, pensei em alguma forma de misturar o presunto com algo e lembrei da facilidade de fazer um arroz de forno, usando o microondas para fazer o arroz de base. Comprei mais alguns complementos e saiu a receita abaixo. Bom apetite!
Obs.: a forma de escrita desta receita foi feita para facilitar a vida de iniciantes. Se você é um cozinheiro experimentado, por favor, desculpe o óbvio.
Arroz de base, feito no microondas
Obs.: Se você já sabe fazer arroz básico no microondas, ou prefere o seu arroz de fogão tradicional, pule para a parte da receita de forno, mais abaixo.
Ingredientes
- 1 xícara de chá de arroz branco, não parboilizado;
- 2 xícaras de água filtrada;
- 1 caldo Maggi de Coentro, louro e cominho*;
- 1 pitada de salsa desidratada**.
* O caldo pode ser do sabor de sua preferência, quando for fazer somente o arroz. Nesta receita, que depois vai ao forno com presunto de Parma, recomendo usar o sabor indicado acima. Mais uma coisa: se você usar outras marcas que não o caldo Maggi, talvez você precise corrigir o sal, pois somente o Maggi tem a quantidade adequada de sal para uma xícara de arroz.
** A salsa desidratada serve apenas para melhorar o visual do arroz. Se você não tiver, é dispensável.
Preparo
- Lave o arroz de duas a três vezes.
- Em um refratário com tampa igualmente refratária (isto é imprescindível para fazer no microondas) coloque o arroz e a água.
- Insira o tablete de caldo bem no meio do arroz, ficando totalmente submerso.
- Leve o refratário semi tampado, com cerca de “um dedo” de abertura da tampa, ao microondas.
- Ligue o microondas na potência máxima por cerca de 7 minutos (em nosso aparelho, que é um pouco mais fraco que a média, eu coloco por 8 minutos).
- Após o tempo acima, retire e mexa bem para diluir o tablete de caldo totalmente, retornando ao microondas da mesma forma semi-tampada, por mais 8 minutos.
- Após isso, retire do microondas e tampe completamente o refratário. Deixe descansar por cerca de 5 minutos.
- Retire a tampa e passe um garfo por todo o arroz, para deixá-lo bem soltinho.
- Utilize imediatamente (no nosso caso, este é o ponto onde incluiremos os outros ingredientes citados abaixo).
Arroz com Presunto de Parma ao Forno
Rendimento: quatro porções.
Acompanhamento: salada simples de alface, mas pode ser servido sozinho.
Ingredientes
- 100g de presunto de Parma fatiado, ou presunto cru, de boa qualidade;
- 1 receita pronta de arroz branco básico, conforme acima (com base em 1 xícara de chá de arroz);
- 1 pimentão amarelo pequeno, ou 1/2 amarelo grande;
- 100g de champignons pequenos inteiros, ou médios/grandes cortados ao meio;
- 50g de azeitonas sem caroço, cortadas em rodelas, ou picadas;
- 50g de queijo ralado;
Obs.: Esta receita não leva sal. Utiliza-se o caldo Maggi para salgar o arroz básico e o presunto de Parma, a azeitona e o queijo ralado para salgar a parte de forno.
Preparo
- Retire o que for possível da gordura do presunto de Parma. Em seguida, divida as fatias em três. Se elas estiverem “coladas” umas às outras, tente separá-las o máximo possível.
- Corte o pimentão em fatias finas e divida-as ao meio ou em três partes. Para referência de tamanho, os pedaços precisam caber no garfo, mas não podem ser minúsculos.
- Em um refratário (pode ser o mesmo onde o arroz já estava, se foi feita a receita de microondas), misture todos os ingredientes ao arroz, deixando o queijo ralado para misturar por último.
- Com as costas de uma colher, pressione levemente o preparado para que fique com a superfície mais lisa.
- Cubra com mais uma camada fina de queijo ralado.
- Leve o refratário ao forno pré-aquecido (em temperatura média de cerca de 200ºC).
- O tempo de forno varia de acordo com o seu fogão, mas na média, 15 a 20 minutos são suficientes.
- Retire e sirva imediatamente.
Dica: Pela simplicidade do prato e pelo equilíbrio entre o presunto de Parma e os ingredientes mais leves — champignons e pimentão –, este prato harmoniza tanto com vinhos tintos jovens — de uvas Cabernet Sauvignon, Carménère, etc — quanto com vinhos mais frescos, como os vinhos verdes e brancos secos.
Bom apetite!
15 de Fevereiro de 2009 às 15:31
Miro Leite
Cuidado ao abastecer em postos supostamente ligados à rede BR da Petrobras. Olhe com atenção para o logo, pois você pode estar em uma rede bem genérica de postos chamada 13R, que muito engenhosamente adaptou um logo semelhante ao dos postos BR.
Veja abaixo um posto padrão da rede 13R.

Para referência, abaixo está a linha visual correta de um posto BR.
Notem que o “B” é realmente um “B” e que o termo BR só toca na parte de cima da tarja verde.


Abraços a todos.
Miro.
3 de Fevereiro de 2009 às 21:42
Miro Leite
Para celebrar os 400 anos do primeiro uso astronômico de um telescópio — feito por Galileu Galilei em 1609 — a União Astronômica Internacional e a ONU proclamaram em 20 de dezembro de 2007 que 2009 seria o Ano Internacional da Astronomia.
Pois bem, cá estamos em 2009. Comecei a buscar oportunidades para aproveitar esta celebração no Brasil e fazer uma lista para vocês, mas ao me deparar com a seção de eventos do site oficial brasileiro, achei melhor colocar um link direto para lá. Serão diversas sessões de planetários, observação do céu, palestras, shows e muito mais. Confira!
Mais informações nos sites oficiais:
» AIA2009 (em português);
» IYA2009 (em inglês); e
» União Astronômica Internacional (em inglês).
26 de Janeiro de 2009 às 08:07
Miro Leite
Boletim da Meio & Mensagem da sexta-feira passada divulgou que o chef Alex Atala faz agora o Boletim Tira-gosto nas Rádios Eldorado FM e AM, com dicas de gastronomia e assuntos variados. Claro que, já que a notícia foi da M&M, veio com o comentário de que o boletim ainda não tem patrocinador (alguém se habilita?).

Leia um trecho do artigo M&M:
Com dicas de gastronomia, comportamento, viagens e curiosidades do chef-celebridade Alex Atala — um dos profissionais mais reconhecidos no Brasil e no exterior — o boletim Tira-gosto terá um minuto e será veiculado de segunda a sexta-feira no Jornal Eldorado - 1ª edição (AM e FM), no período da manhã, e no final da tarde, no programa Trilhas e Tons (FM). “Eventualmente, entrarei ao vivo de onde estiver no mundo”, comenta o chef. Todo o conteúdo também será transmitido pelo Território Eldorado e ficará arquivado no site para consulta.
Leia mais na matéria original.
23 de Janeiro de 2009 às 23:29
Miro Leite
Essa é da época do guaraná com rolha. Minha mãe, uma jovem senhora de 80 anos, sempre comenta que em sua juventude, lá pelos anos 40, lia a revista O Cruzeiro, que seria equivalente às semanais de hoje, sobre variedades. No entanto, a abordagem era muito diferente e eu fiquei curioso em folhear alguma edição para captar essa percepção do mundo da época, como em uma máquina do tempo.

Pois bem, fui aos sebos que conheço (sou mais ou menos rato de sebos) e me recomendaram uma loja específica de revistas antigas, escondida em uma galeria no térreo de um prédio semi-fechado, passando por reformas, bem na frente do Bar Brahma, no centrão de São Paulo. Lá, encontrei uma edição da década de 1950, se não me engano, que falava sobre parentes de Lampião que reivindicavam que sua cabeça recebesse o enterro apropriado, ou algo assim.
É claro que saí do sebo fascinado e resolvi buscar na internet mais material sobre a revista. E não é que uma parte do acervo foi resgatada e digitalizada? Achei o projeto Memória Viva, que também resgata o material de outras publicações antigas. Eles criaram um site para divulgação do conteúdo já digitalizado da revista O Cruzeiro.
Não deixe de conferir também várias charges do personagem Amigo da Onça (ao lado).
Simplesmente, imperdível.
21 de Janeiro de 2009 às 21:47
Miro Leite
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