Bebê Diário, um pequeno registro dos primeiros momentos do Vitor Moela na Panela de Pressão

Consulado da Bahia, a nova delícia de Pinheiros

24 de Janeiro de 2010 às 17:44 Miro Leite  | Enviar por e-mail Hits para esta publicação: 397

Conforme prometi, segue o parecer sobre o Consulado da Bahia, o novo bar da esquina das ruas Mateus Grou e dos Pinheiros, em frente ao El Kabong Grill. Mas antes de começar, lembro que minha mãe é baiana e que tenho algum conhecimento de causa. :)

Com uma decoração alegre e caprichada, mas sem exageros, o Consulado da Bahia é um local aconchegante, bem melhor que o ambiente escuro do anterior Mateus Bar. As mesas da calçada foram mantidas, mas recomendo pegar uma mesa no ambiente interno na primeira vez, para enriquecer a experiência.

O cardápio é recheado de opções da culinária baiana, tanto nos petiscos quanto nos pratos. Desta vez, pedimos três petiscos diferentes, conforme abaixo:

- um acarajé grande individual, acompanhado de tudo o que você precisa para montar o seu, direto na mesa. Fez falta uma pimenta baiana de verdade, para fazer o tal “acarajé quente!” (deu pra sacar que sou fã de pimenta?), mas uma pimenta pernambucana de vidrinho quebrou o galho. Também poderiam ter feito o bolinho de base – feito de feijão fradinho e frito em azeite de dendê – um pouco menos gordinho, pois a “massaroca” ficou superior à quantidade de complementos na hora de comer. Mas vale pela experiência e pelo sabor. Vou repetir em breve!

- uma porção de lula à dorê (e outra de batatas fritas, obviamente), porque o Vitor gosta. Mas a lula estava meio borrachuda, embora o sabor estivesse ok. As fritas estavam sequinhas e deliciosas.

- uma porção de carne de sol acebolada, acompanhada de farofa de verdade, vinagrete bem feito e de uma espetacular porção de aipim (mandioca frita) coberta por manteiga de garrafa! A carne estava tão macia que chegamos a ficar em dúvida se não havíamos recebido uma porção de filé por engano. Esta porção serve duas pessoas na boa e já entrou na nossa lista de prediletos.

O preço segue a média das casas da região. Não é barato, mas também não chega a machucar o bolso. Seu estômago e seu cérebro merecem esse agradinho.

Em resumo, podemos marcar o próximo encontro da turma lá, porque vale muito a pena.

É isso. Abraços a todos.
Miro.

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1 Comentário Faça seu próprio

  • 1. Miro Leite  |  27 de Fevereiro de 2010 às 17:01

    Turma, complementando meu post acima, voltei alguns dias depois para comer mais um acarajé e, desta vez, serviram um molho de pimenta feito na casa. Agora sim! A experiência do acarajé ficou completa.

    Abraços, Miro.

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